Não, não sou um marginal ávido por ouro e bens alheios.
Eu apenas me sinto um pirata em sua essência.
Eu quero desbravar, quero conhecer, eu quero não ter medos e se os tiver tentarei enfrentá-los.
Não quero ter medo de me aventurar nos sete mares, eu não tenho medo do infinito. O finito é que põe medo, uma vidinha casual e sem nenhum sucesso experimentado.
Decidi agora que eu não quero tudo isso, eu apenas sei que vou, o querer já é passado e o meu futuro é fazê-los.


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