Dinheiro era o que eu almejava, apenas o dinheiro.
Não queria felicidade, não pensava no dia-a-dia, eu só queria estar sempre um passo mais próximo do que eu pensava que me faria feliz.
Não sei o que aconteceu comigo, se agradeço por alguma epifania ou se apenas amadureci. Hoje eu vivo, hoje eu sonho e prefiro ser feliz. É como dizem, tem gente tão rica, tão rica, que é pobre. Quero riqueza com felicidade, mas ser feliz (totalmente feliz) é a prioridade.
Sobrar ou faltar um, dez, vinte ou cem notinhas de reais não me fazem feliz, o que me faz feliz é a felicidade que aceito ter ou por ela lutar.
Quero dinheiro? Sim. Vivo pelo dinheiro? Não.
Dinheiro na mão é vendaval e felicidade é lucro.

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